Problema a que responde
Sem saber quais os serviços que não podem parar e durante quanto tempo, a organização não consegue priorizar a recuperação nem justificar o investimento em redundância e cópias de segurança.
Destinatários
- Entidades de saúde, água, energia, transportes e serviços digitais;
- Municípios e serviços públicos de atendimento;
- Empresas industriais com produção dependente de sistemas.
Entregáveis
- Análise de impacto nas atividades com serviços críticos priorizados;
- Tempos e pontos de recuperação admissíveis por serviço;
- Estratégias de continuidade e procedimentos alternativos;
- Plano de continuidade e programa de manutenção.
Metodologia
- 01
Serviços
Inventário das atividades e dependências.
- 02
Impacto
Consequências da interrupção ao longo do tempo.
- 03
Estratégias
Alternativas, redundâncias e prioridades.
- 04
Plano
Documentação e manutenção.
Fundamento normativo
- Alínea b) do n.º 1 do artigo 27.º do Regime Jurídico da Cibersegurança;
- Alínea c) do n.º 1 do artigo 32.º do RGPD;
- Referencial internacional ISO 22301, sobre sistemas de gestão da continuidade do negócio.
Resultados esperados
- Prioridades de recuperação objetivas;
- Investimento em resiliência fundamentado;
- Serviços essenciais mantidos em modo degradado.