Problema a que responde
Muitas organizações descobrem durante um ataque de ransomware que as cópias de segurança estavam comprometidas, incompletas ou nunca tinham sido restauradas. A existência de cópias não demonstra a capacidade de recuperar.
Destinatários
- Direções de sistemas de informação;
- Responsáveis de cibersegurança;
- Entidades com sistemas externalizados em fornecedores.
Entregáveis
- Avaliação da política de cópias de segurança e da sua proteção;
- Plano de recuperação de desastres por serviço crítico;
- Programa de testes de restauro com critérios de sucesso;
- Relatório de evidências para a direção e para auditoria.
Metodologia
- 01
Inventário
Sistemas, dados e cópias existentes.
- 02
Avaliação
Isolamento, integridade e retenção.
- 03
Plano
Sequência de recuperação e responsáveis.
- 04
Prova
Testes de restauro documentados.
Fundamento normativo
- Alínea b) do n.º 1 do artigo 27.º do Regime Jurídico da Cibersegurança, que refere expressamente a gestão de cópias de segurança e a recuperação de desastres;
- Alínea c) do n.º 1 do artigo 32.º do RGPD.
Resultados esperados
- Capacidade de recuperação comprovada;
- Cópias protegidas contra comprometimento;
- Evidência objetiva para supervisão.
Os testes técnicos de restauro são executados pelas equipas de sistemas ou pelos fornecedores; o serviço define critérios, acompanha e documenta.